13/02/2013

“NÓIS CAIPIRA TÁ NA MODA” O Rio de Janeiro por meio da Escola de Samba campeã 2013 Vila Isabel se rende aos encantos do campo

Uma das alas da escola Unidos de vila Isabel/RJ

‘A Vila canta o Brasil celeiro do mundo – Água no feijão que chegou mais um…’. O samba é de Arlindo Cruz, Martinho da Vila, André Diniz, Tonico da Vila e Leonel. Leia a letra:

“O galo cantou
com os passarinhos no esplendor da manhã
agradeço a deus por ver o dia raiar
o sino da igrejinha vem anunciar
preparo o café, pego a viola, parceira de fé
caminho da roça, e semear o grão…
saciar a fome com a plantação
é a lida…
arar e cultivar o solo
ver brotar o velho sonho
alimentar o mundo, bem viver
a emoção vai florescer

Ô muié , o cumpadi chegou
puxa o banco, vem prosear
bota água no feijão já tem lenha no fogão
faz um bolo de fubá

Pinga o suor na enxada
a terra é abençoada
preciso investir, conhecer
progredir, partilhar, proteger…
cai a tarde, acendo a luz do lampião
a lua se ajeita, enfeita a procissão
de noite, vai ter cantoria
e está chegando o povo do samba
é a Vila, chão da poesia, celeiro de bamba
Vila, chão da poesia, celeiro de bamba

Festa no arraiá,
é pra lá de bom
ao som do fole, eu e você
a Vila vem plantar
felicidade no amanhecer”


25/01/2013

Viola e carnaval deu samba! A escola de Samba Unidos do Tucuruvi de SP homenageia o “caipira” mais famoso do Brasil MAZZAROPI em seu centenário.





Tucuruvi faz homenagem ao centenário de Mazzaropi
Escola será a sexta a desfilar na segunda noite de carnaval em SP.
Pinturas artísticas e simplicidade são apostas da agremiação em 2013.
Os carros da Tucuruvi representarão as cinco áreas de atuação de Mazzaropi: no abre-alas aparece o circo, por onde o artista passou na adolescência; o segundo carro traz o teatro de rua, mambembe; o rádio e sua consagração como artista aparecem no terceiro carro; o programa Rancho Alegre terá o cenário retratado no quarto carro da escola; e a sua trajetória no cinema aparece no último carro...
*Confira mais>>>>>>>>
Fontes:



A titulo de curiosidade  uma música cantada pela dupla Pena Branca & Xavantinho
Também homenageava Amâncio Mazzaropi





Mazzaropi
Pena Branca e Xavantinho
Calça na canela borzeguim
Um bigodinho de pó de café
Era o sertão lá no telão da matinê
E o povo todo sendo o Jeca com você
Era uma coisa divertida de se ver.

Pra ser um palhaço
Um carlito, um caipira
No grande circo da vida
Tem que ser louco e não ser
E o povo todo sendo o Jeca com você
Era uma coisa muito linda de se ver.

Saco de pipoca, amendoim
Mais a Rosinha de braço dado
Era nós três das quatro as seis
No cine Roque
Era teu filme o nosso sonho Mazzaropi
Era uma coisa brasileira dando IBOPE.

17/01/2013

Marcos Pardim Secretário da Cultura da cidade de Salto/SP recebe um grande público em sua 1° Audiência Pública

Marcos Pardim  -  anotou as sugestões  e  respondeu as perguntas dos presentes.

Marcos Pardim , novo Secretério da cultura da cidade de Salto/SP - Na sala Gioseppe Vérdi ao lado do Prefeito Juvenil Cirelli, da vice Prefeita Jussara Vilaça,  do Diretor de Cultura Almir Monteiro,  e da Chefe de Gabinete Cris , deu voz ao público presente para dirimir dúvidas e expor sugestões.
Foi assinado de forma simbólica a adesão de salto ao SISTEMA NACIOANAL DE CULTURA.
Pardim citou e incentivou aos saltenses serem ING (INDIVÍDUO NÃO GOVERNAMENTAL), no sentido de fomentar cultura. Entre os presentes que fizeram uso da palavra a Jornalista, e professora Carolina Padreca, tocou num ponto chave “Todos os ligados a cultura da cidade de Salto, isso de todos os seguimentos, reclamam que não tem público, mas um seguimento não é plateia do outro seguimento, se os fossem todos teriam seus eventos lotados”, afirmou.
Pardim, que é autor de oito livros, participou dos grupo ARTISTAS E ARTEIROS, e aos 20 anos assumiu a Diretoria do Teatro da cidade de Marília/SP. Mostrou-se aberto ao diálogo com todos os seguimentos produtores de cultura na cidade de Salto.



Marcos Pardim  Secretário da Cultura da cidade de Salto/SP recebe um grande público em sua 1° Audiência Pública.

Angelino da Paz e a mesa: Almir Monteiro, Juvenil Cirelli e a chefe de gabinete Cris


O Clube dos Violeiros de Salto se fez representar pelos diretores (Waldomiro, Daiane, Nilza, João, Maninho, e o presidente Angelino, que fez uso da palavra, expondo a vontade de uma parceria do Clube dos Violeiros com a Prefeitura Municipal, para a criação de uma escola voltada para crianças e jovens voltada para a luteria (fabricação de viola).
O chefe do executivo respondeu:
“Eu fico a vontade para falar já que eu fui um dos fundadores do clube dos Violeiros de Salto, por isso uma parceria se bem elaborada e cumprida rigorosamente de ambas as partes dentro do que estiver no papel é possível ser conversada. Parceria cultural não é meio de vida, não deve ser sustento de ninguém, mas sim um meio de fomentar a cultura de nossa cidade, e toda idéia será bem recebida.”
Confirmou o recém empossado prefeito.
Presentes vários seguimentos da sociedade/comunidade saltense, entre eles o empresário , estilista, ator e diretor teatral Sandro Bergamo, o ator e diretor Chicó.

Waldomiro, Daiane, e  Nilza.

Daiane, Nilza, João, e Maninho


03/12/2012

Por falar em viola.....veja o que rola por ai....


Filho do Mato com Daniel

Um rastro de boiada sobre o capim batido
Lá na curva da estrada um berrante doído
Um grito de peão
E o meu coração ta feito um boi perdido.

Quem tem o chão na veia, quem tem raiz no chão
Morando na cidade mistura saudade com alucinação.
Quem é filho do mato chama o mato de pai
Quem vice na saudade
Só vai na verdade onde a saudade vai.

Meu coração menino brinca de ser valente
No piso na varanda que descansa essa mente
Ao som de uma viola
Que por deus consola a solidão da gente.

Botei a mão pra fora senti pingar na palma
Parece que deus sabe que a chuva me acalma
E esmo aqui distante
Um pingo é bastante pra lavar minh'alma.

E se chover mais forte vira enxurrada
Que leve a minha sorte pela mais longa estrada
Que seja compreendida
A lição que da vida não se leva nada.








Não Toca Em Minha Vitrola
João Carreiro e Capataz

Esquecendo da cultura
Tão mudando a postura
Só pra fugir do lugar
É o sertanejo moderno
Brinco de argola e terno
Só canta comercial

Modinha sem fundamento
Deixando no esquecimento
Toda nossa tradição
Não se fala em boiada
É só moda bagunçada
E o assunto é traição

Pode até fazer sucesso
Mas se tem brinco de argola
E se dança e rebola
Não toca em minha vitrola

Quem tem que usar da viola
Pra levantar sua bola
Me dói no fundo da alma
Só pensando em ter lucro
O sertanejo fajuto
Não sabe o valor da palma

Nunca viu fã de verdade
Que até chora de saudade
Quando escuta um modão
Caipira sem esculacho
Não empurra goela abaixo
Escuta quem tem paixão

Pode até fazer sucesso
Mas se tem brinco de argola
E se dança e rebola
Não toca em minha vitrola

Moda boa faz sentido
Não precisa de gemido
Pra demonstrar sentimento
Fã da moda verdadeira
Tem a coleção inteira
Não só modinha do momento

É ignorância minha
Mas igual galo de rinha
Meto a espora e firmo a asa
Enquanto eu ''tive'' vivo
E deus me der juízo
Isso não toca la em casa

Pode até fazer sucesso
Mas se tem brinco de argola
E se dança e rebola 3x
Não toca em minha vitrola


Filho do Pantanal
Lourenço e Lourival

Não me censure se eu falar errado
Eu nasci no mato, nunca estudei.
Sou um homem simples, pobre pantaneiro.
Juntos aos animais que eu me criei.
Mas não é preciso de nenhum estudo
Basta olhar o mundo com a consciência
Será que você ainda não percebeu
Que a natureza é o espelho de Deus
Onde se reflete sua própria existência.

Sou pantaneiro, nasci ali.
Sou filho da terra, do mato e da água.
Se até hoje eu não morri
É porque minha pele não serve pra nada.

Sei que sou pequeno, represento pouco.
Perante o problema no país inteiro
Mas a coruja que defende o toco
Esse é meu papel sendo um pantaneiro.
Não deixe que um dia esse paraíso
Venha ser apenas um livro na história
E pela raiz que se corta o mal
Por favor, defenda o meu pantanal.
Dos exploradores da fauna e da flora.

Por falar em viola.....veja o que rola por ai....


Filho do Mato com Daniel

Um rastro de boiada sobre o capim batido
Lá na curva da estrada um berrante doído
Um grito de peão
E o meu coração ta feito um boi perdido.

Quem tem o chão na veia, quem tem raiz no chão
Morando na cidade mistura saudade com alucinação.
Quem é filho do mato chama o mato de pai
Quem vice na saudade
Só vai na verdade onde a saudade vai.

Meu coração menino brinca de ser valente
No piso na varanda que descansa essa mente
Ao som de uma viola
Que por deus consola a solidão da gente.

Botei a mão pra fora senti pingar na palma
Parece que deus sabe que a chuva me acalma
E esmo aqui distante
Um pingo é bastante pra lavar minh'alma.

E se chover mais forte vira enxurrada
Que leve a minha sorte pela mais longa estrada
Que seja compreendida
A lição que da vida não se leva nada.








Não Toca Em Minha Vitrola
João Carreiro e Capataz

Esquecendo da cultura
Tão mudando a postura
Só pra fugir do lugar
É o sertanejo moderno
Brinco de argola e terno
Só canta comercial

Modinha sem fundamento
Deixando no esquecimento
Toda nossa tradição
Não se fala em boiada
É só moda bagunçada
E o assunto é traição

Pode até fazer sucesso
Mas se tem brinco de argola
E se dança e rebola
Não toca em minha vitrola

Quem tem que usar da viola
Pra levantar sua bola
Me dói no fundo da alma
Só pensando em ter lucro
O sertanejo fajuto
Não sabe o valor da palma

Nunca viu fã de verdade
Que até chora de saudade
Quando escuta um modão
Caipira sem esculacho
Não empurra goela abaixo
Escuta quem tem paixão

Pode até fazer sucesso
Mas se tem brinco de argola
E se dança e rebola
Não toca em minha vitrola

Moda boa faz sentido
Não precisa de gemido
Pra demonstrar sentimento
Fã da moda verdadeira
Tem a coleção inteira
Não só modinha do momento

É ignorância minha
Mas igual galo de rinha
Meto a espora e firmo a asa
Enquanto eu ''tive'' vivo
E deus me der juízo
Isso não toca la em casa

Pode até fazer sucesso
Mas se tem brinco de argola
E se dança e rebola 3x
Não toca em minha vitrola


Filho do Pantanal
Lourenço e Lourival

Não me censure se eu falar errado
Eu nasci no mato, nunca estudei.
Sou um homem simples, pobre pantaneiro.
Juntos aos animais que eu me criei.
Mas não é preciso de nenhum estudo
Basta olhar o mundo com a consciência
Será que você ainda não percebeu
Que a natureza é o espelho de Deus
Onde se reflete sua própria existência.

Sou pantaneiro, nasci ali.
Sou filho da terra, do mato e da água.
Se até hoje eu não morri
É porque minha pele não serve pra nada.

Sei que sou pequeno, represento pouco.
Perante o problema no país inteiro
Mas a coruja que defende o toco
Esse é meu papel sendo um pantaneiro.
Não deixe que um dia esse paraíso
Venha ser apenas um livro na história
E pela raiz que se corta o mal
Por favor, defenda o meu pantanal.
Dos exploradores da fauna e da flora.

AGENDA DO CLUBE DOS VIOLEIROS DE SALTO/SP

AGENDA CULTURAL DO CLUBE DOS VIOLEIROS DE SALTO/SP AGOSTO / 2018 Dia 25 - sábado Locak <> Bar da Thau Rua Jundiaí, 151 Jd. Marí...